Seis chapas passaram pelo TSE. Sete pedidos ainda aguardavam análise.
A comunicação do tribunal de 2 de setembro confirma seis registros. O quadro é datado: pendência não é rejeição, e esta nota não substitui uma consulta processual atualizada.
O que aconteceu
O TSE informou em 2 de setembro que aprovou, por unanimidade, seis chapas à Presidência e Vice-Presidência. A análise ocorreu em sessão virtual.
Foram aprovadas as chapas de Lula e Geraldo Alckmin; Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar; Samara Martins e Raquel Brício; Romeu Zema e Eduardo Girão; Hertz Dias e Vanessa Portugal; Edmilson Costa e Cleusa Santos.
O que estava pendente
Na relação publicada pelo tribunal, ainda aguardavam análise os pedidos de Augusto Cury, Renan Santos, Wilson Grassi, Rui Costa Pimenta, Ronaldo Caiado, Clariana Barão e Pablo Marçal, com seus respectivos vices.
O que estão dizendo
A comunicação oficial registra a conformidade dos seis pedidos com os requisitos de candidatura. A reportagem da Agência Estado, publicada pelo UOL em 3 de setembro, também distingue os registros aprovados dos sete ainda pendentes naquele quadro.
O que a BROOM vê — análise
Anunciar uma candidatura, apresentar um pedido e obter a aprovação do registro não são a mesma coisa. A diferença importa mais do que a pressa de chamar todo mundo de confirmado — ou de tratar quem aguarda julgamento como excluído.
Por que importa
O eleitor ganha uma referência para acompanhar os registros sem confundir o andamento judicial com apoio político. A aprovação não é endosso do tribunal a um candidato.
Data de referência: comunicado do TSE de 2 de setembro, atualizado às 20h27. Esta nota não afirma que os sete processos continuem sem decisão em consultas posteriores. No caso de Marçal, sua presença entre os pedidos pendentes nessa lista não equivale a registro aprovado.